A Arte de Pensar

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Comprar Arte

Muitos colegas brasileiros mostram interesse em comprar no Brasil os nossos manuais. Aqui e aqui é possível comprar os manuais a partir do Brasil, numa livraria portuguesa de confiança. O Arte 10 (para o 10.º ano português, que corresponde à primeira série do ensino médio brasileiro) pode ser adquirido no Brasil, na Livraria Cultura, aqui; infelizmente, não encontrei o Arte 11 (para o 11.º ano) em qualquer livraria brasileira.

Gralhas e erros

Foram detectados mais erros e gralhas por professores e estudantes, que muito agradecemos! A lista completa, actualizada, está sempre aqui.

Novos textos de apoio

  1. A Verdadeira Forma do Silogismo Aristotélico (Jan Lukasiewicz)
  2. Problemas de Interpretação da Teoria do Silogismo (Robin Smith)
A Arte de Pensar

A verdadeira Arte de Pensar

Bessa Vieira, leitor atento e membro do nosso fórum, enviou-nos esta imagem da capa de um antecessor do nosso Arte. Na verdade, o título "A Arte de Pensar" é bastante comum, sobretudo depois da publicação anónima, em 1662, de Logique, ou l'art de penser, da autoria de Antoine Arnauld e Pierre Nicole, mais conhecida como Logique du Port-Royal. No Brasil há também um livro com o nosso título, de Pascal Ide. O livro que Bessa descobriu, contudo, tem a particularidade de ser publicado numa colecção chamada "Didáctica", coincidindo por isso com o nome da nossa editora. Obrigado ao Bessa pela atenção!

Os Problemas da Filosofia

Os Problemas da Filosofia, de Bertrand Russell

Tradução e notas de Desidério Murcho. Bertrand Russell (1872-1970) foi um dos filósofos, lógicos e activistas mais influentes do séc. XX. Como filósofo, foi o responsável, juntamente com G. E. Moore (1873-1958), pelo abandono do idealismo hegeliano nas ilhas britânicas, introduzindo a chamada "filosofia analítica". Como lógico, foi responsável, juntamente com Alfred North Whitehead (1861-1947) e Gottlob Frege (1848-1925), por desenvolvimentos cruciais na lógica clássica, que tinha estagnado durante vinte e cinco séculos, dando assim origem indirectamente a todas as lógicas formais contemporâneas. E, como activista, teve uma forte influência na vida política, social e cultural do seu tempo, intervindo em inúmeras acções cívicas e debates de ideias — o que lhe valeu a interdição de dar aulas no City College de Nova Iorque e duas sentenças de prisão, uma das quais aos 89 anos, mas também o prémio Nobel da Literatura em 1950. (Lisboa e S. Paulo: Edições 70, 2008) Mais informação...

Por Que Escrevo e Outros Ensaios

Por Que Escrevo e Outros Ensaios, de George Orwell

Tradução, selecção, introdução e notas de Desidério Murcho. "George Orwell" é o nome literário de Eric Arthur Blair, que nasceu a 25 de Junho de 1903 no estado de Bengala, na Índia, e morreu de tuberculose em Londres no dia 21 de Janeiro de 1950, sem chegar a completar 47 anos. Hoje em dia é conhecido sobretudo como autor de A Quinta dos Animais (1945), publicado com o título O Triunfo dos Porcos, em Portugal, e A Revolução dos Bichos, no Brasil, e Mil Novecentos e Oitenta e Quatro (1949), ambas denúncias vívidas e subtis de estados totalitaristas. (Lisboa: Antígona, 2008) Mais informação...

Uma nova abordagem da silogística

Na edição de 2008 do manual Arte de Pensar para o 11º ano, a exposição da lógica silogística sofreu alterações significativas que mereceram já um ou dois comentários e muitos mais pedidos de esclarecimento. Propomo-nos abordar aqui um único aspecto: a substituição das oito regras tradicionais do silogismo por apenas cinco regras, uma das quais não prevista nas exposições tradicionais. Demonstraremos que a aplicação destas cinco regras é suficiente para excluir todos os modos inválidos de silogismo, reduzindo os válidos a quinze. Não se trata, pois, de alegar que ainda nunca foi apresentado um contra-exemplo que mostrasse a insuficiência das cinco regras. Trata-se de demonstrar que tais contra-exemplos não são possíveis. [Ler mais...]

Dicionário Escolar de Filosofia

Dicionário Escolar de Filosofia, de Aires Almeida

Publicado em 2003 pela Plátano Editora, e entretanto esgotado, este dicionário está agora integralmente disponível na Internet: www.defnarede.com. Sendo de acesso gratuito, este site permanecerá gratuito e disponível mesmo depois de ser publicada em papel a nova edição revista e aumentada do dicionário, prevista para Setembro de 2008.

Novo texto de apoio

A Arte de Pensar (11.º ano)

A Arte de Pensar, 11.º ano: edição de 2008

A edição de 2008 do manual A Arte de Pensar (11.º ano, Didáctica Editora) simplifica a planificação das aulas e o processo de avaliação. É imparcial na exposição dos problemas, teorias e argumentos da filosofia e põe o estudante em contacto directo com os filósofos centrais do passado e do presente. Possibilita um ensino dinâmico e crítico, estimulando o estudante a tomar a sua própria posição e oferecendo-lhe os instrumentos críticos para o fazer.

Apresentação · Índice · Guia de Conteúdos · Planificações · Capítulo 5 · Capítulo 7 · Glossário

Do Ponto de Vista do Universo

Do Ponto de Vista do Universo, de Pedro Galvão

Ao problema de saber o que devemos fazer, a maior parte dos filósofos que se revêem na tradição consequencialista responderia simplesmente: maximizar o bem. Devemos fazer sempre aquilo que dê origem às melhores consequências, vistas as coisas de uma perspectiva estritamente imparcial e maximamente abrangente. Do Ponto de Vista do Universo é uma crítica a este género de teoria ética. Mas é também uma defesa de outra forma de consequencialismo, que toma os códigos morais (e não os actos particulares) como objectos a avaliar directamente pelo padrão da maximização do bem. O código moral ideal será aquele que, se colhesse uma aceitação social generalizada, resultaria no melhor estado de coisas. Este livro centra-se assim no debate que opõe consequencialistas dos actos a consequencialistas das regras. Além de apresentar e de discutir os argumentos que mais têm definido este debate, oferece argumentos originais tanto contra a primeira perspectiva como a favor da segunda.

A Lógica dos Verdadeiros Argumentos

A Lógica dos Verdadeiros Argumentos, de Alec Fisher

Com revisão de Desidério Murcho, este livro é uma contribuição para os escritos de um campo já bastante vasto e não pretende ser abrangente. No entanto, é única em vários aspectos. Por exemplo, o foco principal não é tanto o raciocínio do dia-a-dia, mas a argumentação teórica do tipo com que os estudantes de faculdade se deparam ao longo de suas jornadas. O livro analisa principalmente argumentos teóricos elaborados sobre o mundo natural, política e filosofia — um tipo de argumento que é complexo, relevante e difícil de enfrentar. (São Paulo: Editora Novo Conceito, 2008, 332 pp.)
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Santo Agostinho

Santo Agostinho, de Gareth B. Matthews

Com revisão de Desidério Murcho, este livro é um pequenos milagre. Não sendo Santo Agostinho um dos filósofos mais conhecidos do grande público, este poderia ser um livro reservado apenas a alguns. Mas o entusiasmo de Gareth Matthews, a segurança do seu conhecimento, a clareza da sua prosa e a constante integração das ideias de Santo Agostinho na discussão filosófica do passado e do presente fazem deste um livro que se lê com o entusiasmo de um romance de ideias. Este é o segundo volume da colecção "Blackwell Great Minds", e se o primeiro, dedicado a Kant, tiver apenas metade da qualidade deste, já é um livro imprescindível. (Lisboa: Edições 70, 2008, 244 pp.)
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Escritos sobre uma Vida Ética

Escritos sobre uma Vida Ética, de Peter Singer

Com tradução de Pedro Galvão, Maria Teresa Castanheira e Diogo Fernandes, Peter Singer apresenta neste livro uma recolha de artigos, capítulos de livros e uma entrevista, que visam esclarecer o leitor que só conhece o pensamento de Singer superficialmente. Publicado na sequência da imensa polémica que se seguiu à sua contratação pela Universidade de Princeton, este livro aborda os principais temas de reflexão de Singer: a eutanásia, a obrigação de ajudar os mais pobres, o sofrimento dos animais e o vegetarianismo ético. Sempre servido por uma escrita clara, organizada e fluente, este livro permite conhecer melhor o pensamento do autor sem ter de ler os seus diversos livros e artigos que constituem já uma pequena biblioteca de ética aplicada. (Lisboa: Dom Quixote, 2008, 359 pp.)
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Novos trabalhos de estudantes

A Arte de Ensinar a Pensar (10.º ano)

Planificações

Estão já disponíveis as planificações para o 10.º. Recordamos que estas se encontram igualmente no Livro de Apoio.

Erros: Livro de Apoio, 10.º ano

  • Página 73 — Nas soluções das fichas de avaliação Parte 1, grupo 2, questão 5, onde se lê "Há liberdade, mas não há responsabilidade moral" deve ler-se "Não há liberdade, mas há responsabilidade moral". (Os nossos agradecimentos à professora Maria Bouça.)
O Que é a Arte?

O Que é a Arte?, de Nigel Warburton

Com tradução de Célia Teixeira e revisão científica de Desidério Murcho, Nigel Warburton apresenta neste pequeno livro, com a sua habitual clareza e precisão, as teorias filosóficas centrais sobre o problema da definição da arte. Aparentemente, todos sabemos o que é a arte; contudo, mal tentamos articular uma definição ou mesmo uma simples caracterização, enredamo-nos imediatamente em dificuldades. Será a arte fundamentalmente expressão de emoções ou vivências? Ou será sobretudo uma linguagem, uma forma significante? Poderá a arte ser realmente definida, ou será um conceito aberto insusceptível de ser definida? Estas e outras questões são estudadas de forma descontraída mas precisa neste pequeno livro. Recorrendo fortemente à história da arte, da qual retira vários exemplos importantes para ilustrar a discussão, Warburton apresenta neste pequeno livro uma introdução lúcida a um tema central da filosofia da arte e da estética. (Lisboa: Bizâncio, 2007, 186 pp.) Mais informação...

Novos textos de apoio

Erros: 10.° ano, 1.º volume

  • Página 13 — Na questão 1 do grupo 2 do teste diagnóstico, alínea 1, onde se lê "prefaz" deve ler-se "perfaz". (Os nossos agradecimentos ao professor Luís Gottschalk, da Escola Secundária de S. João do Estoril.)