A Arte de Pensar

aartedepensar.com
Autores · Contactos · Didáctica
  Fórum    Formação    Livros    Erros    Reacções    Escolas    Ligações
aartedepensar.com
A Arte de Pensar: 11.º ano

Gralhas já encontradas na versão preliminar

Todos os erros encontrados nos manuais devem ser enviados aos autores, que farão o seu melhor para os corrigir. Estes erros foram-nos enviadas pelo professor Luís Gonçalves. Obrigado, Luís!

  • p. 193, terceiro parágrafo a contar do fim, terceira linha, última palavra: em vez de "normalógico" deve ler-se "nomológico".
  • p. 205, título "1. O problema da demarcação"; deve ser antes "1. A evolução da ciência segundo Popper".
  • p. 234, último parágrafo do ponto 2, quarta linha: onde se lê "floresta Amazónia" deve ler-se "floresta amazónica".
  • p. 207, cabeça: onde se lê "CONHECIMENTO VULGAR E CONHECIMENTO CIENTÍFICO" e "Capítulo 7" deve ler-se respectivamente "A RACIONALIDADE CIENTÍFICA E A QUESTÃO DA OBJECTIVIDADE" e "Capítulo 9".
  • p. 21, última linha: onde se lê "Chama-se também "conectiva proposicional" aos operadores verofuncionais." Deve ler-se "Chama-se também "conectivas proposicionais" aos operadores verofuncionais."
Dicionário Escolar de Filosofia

Dicionário Escolar de Filosofia, de Aires Almeida

Publicado em 2003 pela Plátano Editora, e entretanto esgotado, este dicionário está agora integralmente disponível na Internet: www.defnarede.com. Sendo de acesso gratuito, este site permanecerá gratuito e disponível mesmo depois de ser publicada em papel a nova edição revista e aumentada do dicionário, prevista para Setembro de 2008.

Novo texto de apoio

A Arte de Pensar (11.º ano)

A Arte de Pensar, 11.º ano: edição de 2008

A edição de 2008 do manual A Arte de Pensar (11.º ano, Didáctica Editora) simplifica a planificação das aulas e o processo de avaliação. É imparcial na exposição dos problemas, teorias e argumentos da filosofia e põe o estudante em contacto directo com os filósofos centrais do passado e do presente. Possibilita um ensino dinâmico e crítico, estimulando o estudante a tomar a sua própria posição e oferecendo-lhe os instrumentos críticos para o fazer.

Apresentação · Índice · Guia de Conteúdos · Planificações · Capítulo 5 · Capítulo 7 · Glossário

Do Ponto de Vista do Universo

Do Ponto de Vista do Universo, de Pedro Galvão

Ao problema de saber o que devemos fazer, a maior parte dos filósofos que se revêem na tradição consequencialista responderia simplesmente: maximizar o bem. Devemos fazer sempre aquilo que dê origem às melhores consequências, vistas as coisas de uma perspectiva estritamente imparcial e maximamente abrangente. Do Ponto de Vista do Universo é uma crítica a este género de teoria ética. Mas é também uma defesa de outra forma de consequencialismo, que toma os códigos morais (e não os actos particulares) como objectos a avaliar directamente pelo padrão da maximização do bem. O código moral ideal será aquele que, se colhesse uma aceitação social generalizada, resultaria no melhor estado de coisas. Este livro centra-se assim no debate que opõe consequencialistas dos actos a consequencialistas das regras. Além de apresentar e de discutir os argumentos que mais têm definido este debate, oferece argumentos originais tanto contra a primeira perspectiva como a favor da segunda.

A Lógica dos Verdadeiros Argumentos

A Lógica dos Verdadeiros Argumentos, de Alec Fisher

Com revisão de Desidério Murcho, este livro é uma contribuição para os escritos de um campo já bastante vasto e não pretende ser abrangente. No entanto, é única em vários aspectos. Por exemplo, o foco principal não é tanto o raciocínio do dia-a-dia, mas a argumentação teórica do tipo com que os estudantes de faculdade se deparam ao longo de suas jornadas. O livro analisa principalmente argumentos teóricos elaborados sobre o mundo natural, política e filosofia — um tipo de argumento que é complexo, relevante e difícil de enfrentar. (São Paulo: Editora Novo Conceito, 2008, 332 pp.)
Mais informação...

Santo Agostinho

Santo Agostinho, de Gareth B. Matthews

Com revisão de Desidério Murcho, este livro é um pequenos milagre. Não sendo Santo Agostinho um dos filósofos mais conhecidos do grande público, este poderia ser um livro reservado apenas a alguns. Mas o entusiasmo de Gareth Matthews, a segurança do seu conhecimento, a clareza da sua prosa e a constante integração das ideias de Santo Agostinho na discussão filosófica do passado e do presente fazem deste um livro que se lê com o entusiasmo de um romance de ideias. Este é o segundo volume da colecção "Blackwell Great Minds", e se o primeiro, dedicado a Kant, tiver apenas metade da qualidade deste, já é um livro imprescindível. (Lisboa: Edições 70, 2008, 244 pp.)
Mais informação...

Escritos sobre uma Vida Ética

Escritos sobre uma Vida Ética, de Peter Singer

Com tradução de Pedro Galvão, Maria Teresa Castanheira e Diogo Fernandes, Peter Singer apresenta neste livro uma recolha de artigos, capítulos de livros e uma entrevista, que visam esclarecer o leitor que só conhece o pensamento de Singer superficialmente. Publicado na sequência da imensa polémica que se seguiu à sua contratação pela Universidade de Princeton, este livro aborda os principais temas de reflexão de Singer: a eutanásia, a obrigação de ajudar os mais pobres, o sofrimento dos animais e o vegetarianismo ético. Sempre servido por uma escrita clara, organizada e fluente, este livro permite conhecer melhor o pensamento do autor sem ter de ler os seus diversos livros e artigos que constituem já uma pequena biblioteca de ética aplicada. (Lisboa: Dom Quixote, 2008, 359 pp.)
Mais informação...

Novos trabalhos de estudantes

A Arte de Ensinar a Pensar (10.º ano)

Planificações

Estão já disponíveis as planificações para o 10.º. Recordamos que estas se encontram igualmente no Livro de Apoio.

Erros: Livro de Apoio, 10.º ano

  • Página 73 — Nas soluções das fichas de avaliação Parte 1, grupo 2, questão 5, onde se lê "Há liberdade, mas não há responsabilidade moral" deve ler-se "Não há liberdade, mas há responsabilidade moral". (Os nossos agradecimentos à professora Maria Bouça.)
O Que é a Arte?

O Que é a Arte?, de Nigel Warburton

Com tradução de Célia Teixeira e revisão científica de Desidério Murcho, Nigel Warburton apresenta neste pequeno livro, com a sua habitual clareza e precisão, as teorias filosóficas centrais sobre o problema da definição da arte. Aparentemente, todos sabemos o que é a arte; contudo, mal tentamos articular uma definição ou mesmo uma simples caracterização, enredamo-nos imediatamente em dificuldades. Será a arte fundamentalmente expressão de emoções ou vivências? Ou será sobretudo uma linguagem, uma forma significante? Poderá a arte ser realmente definida, ou será um conceito aberto insusceptível de ser definida? Estas e outras questões são estudadas de forma descontraída mas precisa neste pequeno livro. Recorrendo fortemente à história da arte, da qual retira vários exemplos importantes para ilustrar a discussão, Warburton apresenta neste pequeno livro uma introdução lúcida a um tema central da filosofia da arte e da estética. (Lisboa: Bizâncio, 2007, 186 pp.) Mais informação...

Acesso gratuito à Crítica

Honrando o compromisso assumido com os professores, a Didáctica Editora faz saber que está já em andamento o acesso gratuito à revista Crítica para todas as escolas que adoptaram o manual A Arte de Pensar: 10.º ano. Para efectivar o acesso, basta contactar o departamento de do editor, que fornecerá todas as instruções necessárias.

Novos textos de apoio

Erros: 10.° ano, 1.º volume

  • Página 13 — Na questão 1 do grupo 2 do teste diagnóstico, alínea 1, onde se lê "prefaz" deve ler-se "perfaz". (Os nossos agradecimentos ao professor Luís Gottschalk, da Escola Secundária de S. João do Estoril.)
Terrorismo, Direitos Humanos e a Apologia do Governo Mundial

Terrorismo, Direitos Humanos e a Apologia do Governo Mundial, de Louis P. Pojman

Com tradução de Célia Teixeira e revisão científica de Desidério Murcho, esta é uma obra que defende que a globalização implica a necessidade de uma maior cooperação à escala mundial baseada em legislação internacional eficaz. A melhor forma de fazer cumprir as promessas da globalização é criar um governo mundial. Numa prosa clara, Pojman começa por nos expor as ameaças do terrorismo internacional, de que ninguém está livre, comparando-o com as antigas formas de terrorismo essencialmente direccionadas para alvos específicos, examinando, ao mesmo tempo, os vícios e virtudes do nacionalismo. Por fim, defende que leis internacionais eficazes, que combatam o terrorismo e promovam a paz, exigem um «nacionalismo moderado» o qual, em última instância, será compatível com um governo mundial. Pojman conclui com uma nota positiva e defende uma vez mais que, com as estratégias que propõe, será possível derrotar o terrorismo internacional. (Lisboa: Bizâncio, 2007, 176 pp.) Mais informação...

O Que é a Arte?

O Que é a Arte? A Perspectiva Analítica, org. de Carmo D'Orey

Com tradução de Vítor Silva e Desidério Murcho, e revisão de Maria José Figueiredo, esta é uma colectânea fundamental, que reúne artigos de alguns dos mais importantes filósofos da arte contemporâneos: A Hipótese Estética (Clive Bell), A Atitude Estética (Jerome Stolnitz), O Papel da Teoria na Estética (Morris Weitz), O Mundo da Arte (Arthur C. Danto), O Que é a Arte? (George Dickie) e Quando há Arte? (Nelson Goodman). O volume é antecedido por uma informativa Introdução da organizadora, Carmo D'Orey (doutora em filosofia e especialista em filosofia da arte). (Lisboa: Dinalivro, 2007, 138 pp.) Mais informações...

Como se faz um Filósofo

Como se faz um Filósofo, de Colin McGinn

Com tradução de Célia Teixeira e revisão científica de Desidério Murcho, esta obra acompanha o percurso de Colin McGinn, filho e neto de mineiros, originário de Blackpool; na infância, o melhor que poderia aspirar seria a uma carreira na construção civil ou como baterista num grupo de rock. Porém, durante a adolescência descobre Descartes e apaixona-se pela filosofia. Sendo o primeiro da sua família a ingressar na universidade, a escolha da filosofia não era a mais óbvia ou a mais bem aceite e assim começa pela psicologia. Posteriormente decide-se em definitivo por aquela, tendo de enfrentar a perplexidade dos pais e da família. O que faz um filósofo? Como vive? De que se sustenta? (Lisboa: Bizâncio, 2007, 252 pp.) Mais informações...

Elementos Básicos de Filosofia

Elementos Básicos de Filosofia, de Nigel Warburton

Com tradução de Desidério Murcho e Aires Almeida está já à venda a segunda edição, revista e aumentada, desta introdução elementar à filosofia. Numa linguagem clara, precisa e despretensiosa, esta obra introduz de forma estimulante os seus leitores no mundo fascinante da filosofia. Cada capítulo aborda uma disciplina filosófica, da ética à filosofia da ciência, passando pela filosofia da religião e pela epistemologia, pela filosofia política, pela filosofia da mente e pela filosofia da arte. Questões como a natureza da própria filosofia, a existência de Deus, a vida após a morte, a liberdade de expressão, a distinção entre corpo e mente, a natureza da ciência, a definição da arte, entre outras, são aqui apresentadas de forma bastante apelativa e discutidas criticamente. Nesta segunda edição portuguesa (quarta edição inglesa), Warburton acrescentou secções em vários capítulos, reviu outros e actualizou a lista de leituras complementares. Se alguma vez quis saber se o mundo é realmente como pensa que é, então este é o livro indicado para si. (Lisboa: Gradiva, 2007, 284 pp.) Mais informação...

Novos textos de apoio